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Invest & Export Brasil

Informações comerciais produzidas pelos Setores de Promoção Comercial do Itamaraty no exterior

  1. Português, Brasil
    12 de Fevereiro de 2020

    Documento, em versão preliminar, fica em consulta pública até 12 de abril para receber sugestões da sociedade

    A Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia (Secex/ME) abriu consulta pública, nesta quarta-feira (12/2),  sobre a versão preliminar do Guia de Apoio ao Exportador Brasileiro Investigado em Processos de Defesa Comercial no Exterior.

    O guia visa a orientar o exportador brasileiro investigado em processos de defesa comercial conduzidos por autoridades estrangeiras, identificando conceitos básicos sobre os instrumentos de defesa comercial e apresentando o sistema de apoio ao exportador, composto pelos ministérios da Economia e das Relações Exteriores. Também dá maiores detalhes sobre as etapas, as particularidades, os direitos e os deveres das partes, além da forma de participação das empresas brasileiras durante e após o processo.

    O documento traz previsibilidade, portanto, sobre a forma de apoio prestado pelo governo brasileiro a esses exportadores. “Trata-se de uma postura proativa do governo no auxílio do exportador brasileiro investigado por autoridades de defesa comercial no exterior”, explica o secretário de Comércio Exterior, Lucas Ferraz. “É preciso divulgar os mecanismos à disposição do exportador brasileiro que possam contribuir para a defesa de seus interesses frente a investigações e a medidas de defesa comercial”.

    O guia foi elaborado com base na legislação brasileira, nos acordos multilaterais da Organização Mundial do Comércio (OMC), na legislação de alguns dos principais países que atuam com os mecanismos de defesa comercial, bem como na experiência compartilhada pelos ministérios da Economia e das Relações Exteriores na prestação de apoio aos exportadores brasileiros afetados por investigações ou medidas de defesa comercial aplicadas por outros países.

    Perguntas e respostas

    O documento está dividido em cinco seções, além da Introdução, no formato de perguntas e respostas. Na Seção 2, são apresentados os principais conceitos relacionados aos instrumentos de defesa comercial. A Seção 3 traz informações relacionadas ao sistema de apoio ao exportador brasileiro. Já na Seção 4, apresentam-se informações sobre as investigações conduzidas pelas autoridades de defesa comercial estrangeiras.

    A Seção 5 aborda a participação das empresas exportadoras brasileiras durante a investigação da autoridade de defesa comercial estrangeira, enquanto na Seção 6 apresentam-se aspectos relativos à atuação das empresas exportadoras após a aplicação de uma medida de defesa comercial.

    Como colaborar

    A consulta pública fica aberta até o próximo dia 12 de abril de 2020. Contribuições da sociedade civil, solicitando a inclusão de outras informações ou mais informações sobre itens já incluídos nesta versão do Guia podem ser encaminhadas para o endereço eletrônico guiaexportador@mdic.gov.br.

    A versão preliminar do Guia está disponível no site do Ministério da Economia – Indústria, Comércio Exterior e Serviços (www.mdic.gov.br), na seção "Comércio Exterior", link "Defesa Comercial e Interesse Público", opção “Defesa Comercial”, tópico "Consultas Públicas sobre Defesa Comercial ". 

    Ministério da Economia
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  2. Português, Brasil
    11 de Fevereiro de 2020

    Nota Conjunta dos ministérios da Economia e de Relações Exteriores

    Foi assinado nesta terça-feira (11/2), em Assunção, o Acordo de Complementação Econômica Nº 74 (ACE-74), entre Brasil e Paraguai.

    O ACE-74 constitui importante marco para o aprofundamento da integração entre Brasil e Paraguai, em temas da agenda econômico-comercial, como facilitação de comércio e cooperação aduaneira, em complemento aos entendimentos existentes no âmbito do Mercosul. A conclusão do ACE com o Paraguai completará a rede de acordos bilaterais desse tipo já existentes entre o Brasil e os países do Mercosul no âmbito da Associação Latino-Americana de Integração (Aladi): ACE-2 com o Uruguai e ACE-14 com a Argentina.

    Na mesma oportunidade, foi assinado, como o Primeiro Protocolo Adicional ao ACE, Acordo Automotivo entre Brasil e Paraguai. O Acordo Automotivo firmado entre os dois países conferirá maior estabilidade, segurança jurídica e previsibilidade para os investimentos e o comércio bilateral de produtos do setor. A assinatura do instrumento constitui um importante marco no relacionamento bilateral e contribuirá para fazer avançar a adequação do setor automotivo à União Aduaneira do Mercosul.

    O Acordo terá vigência por prazo indeterminado ou até a adequação do setor automotivo ao regime geral do Mercosul. Pelo instrumento, o Brasil concederá livre comércio imediato para produtos automotivos paraguaios. O Paraguai, por sua vez, concederá livre comércio imediato para os produtos automotivos brasileiros taxados com tarifas entre 0% e 2% e aplicará margens de preferência tarifária crescentes para os demais produtos automotivos, até a liberalização total do setor ao final de 2022.

    Em matéria de regra de origem, o Acordo estabelece Requisitos Específicos de Origem para cada produto automotivo, em linha com as condições negociadas recentemente no acordo bilateral com a Argentina e no acordo entre o Mercosul e a União Europeia. O Acordo prevê, também, condições de acesso preferenciais, com Índice de Conteúdo Regional (ICR) reduzido, para uma cota de automóveis e para outra cota de veículos com motorizações alternativas.

    No caso das autopeças paraguaias produzidas sob o regime de maquila, estabeleceu-se que gozarão de livre acesso ao mercado brasileiro até 31 de dezembro de 2023, desde que cumpram com as regras de origem do Acordo, com ICR mínimo de 50%. A partir de 2024, o acesso de autopeças produzidas sob o regime de maquila ao Brasil ocorrerá com cotas previstas no Acordo. Foram definidas, ainda, condições diferenciadas de acesso para autopeças com ICR reduzido, inclusive as produzidas em regime de maquila, por um período de sete anos, no caso do Paraguai, e de quatro anos, no caso do Brasil.

    Quanto à cobrança de taxas consulares, tema de grande importância para o setor produtivo brasileiro, o Paraguai comprometeu-se a isentar os produtos automotivos originários do Brasil a partir do oitavo ano da entrada em vigor do Acordo.

    O Acordo estabelece, ainda, que cada parte continuará a aplicar suas tarifas nacionais atualmente vigentes na importação de produtos automotivos de terceiros parceiros comerciais, até que se acorde, no âmbito do Mercosul, a implementação da Tarifa Externa Comum (TEC) para os produtos do setor.

    Com relação à importação de veículos usados, o Paraguai comprometeu-se a revisar sua política nacional de importação de tais produtos nos termos do que vier a ser acordado no âmbito do regime automotivo do Mercosul, levando-se em conta, também, normas ambientais, de saúde pública e de segurança.

    Após a assinatura do ACE e do Acordo Automotivo, os instrumentos serão enviados para depósito junto à Aladi. Em seguida, terá início o processo de internalização de ambos os instrumentos no ordenamento jurídico brasileiro.

    O comércio de produtos automotivos entre Brasil e Paraguai tem crescido consideravelmente na última década, sobretudo em função das exportações brasileiras de automóveis e das importações brasileiras de autopeças (principalmente de chicotes elétricos). Em 2019, a corrente de comércio somou US$ 650 milhões, com exportações no valor de US$ 415 milhões e importações no valor de US$ 235 milhões, o que resultou em superávit de US$ 180 milhões para o Brasil.

    Ministério da Economia
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  3. Português, Brasil
    10 de Fevereiro de 2020

    Corrente de comércio é de US$ 8,151 bilhões, conforme dados divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia

    A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,160 bilhão e corrente de comércio de US$ 8,151 bilhões, na primeira semana de fevereiro de 2020, com cinco dias úteis, como resultado de exportações no valor de US$ 4,656 bilhões e importações de US$ 3,495 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (10/02) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

    No ano, as exportações totalizam US$ 19,096 bilhões e as importações US$ 19,670 bilhões, com saldo negativo de US$ 575 milhões e corrente de comércio de US$ 38,766 bilhões.

    Confira os dados completos da balança comercial

    Análise do mês

    Nas exportações, comparadas as médias até a primeira semana de fevereiro de 2020 (US$ 931,1 milhões) com a de fevereiro de 2019 (US$ 786,9 milhões), houve crescimento de 18,3%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+19,4%), de US$ 397,0 milhões para US$ 473,8 milhões; semimanufaturados (+32,8%), de US$ 97,7 milhões para US$ 129,7 milhões e manufaturados (+12,1%), de US$ 292,2 milhões para US$ 327,6 milhões. Em relação a janeiro de 2020, houve aumento de 41,9%, devido à expansão nas vendas de produtos básicos (+45,0%), de US$ 326,8 milhões para US$ 473,8 milhões; semimanufaturados (+32,1%), de US$ 98,2 milhões para US$ 129,7 milhões e manufaturados (+41,6%), de US$ 231,4 milhões para US$ 327,6 milhões.

    Nas importações, a média diária até a primeira semana de fevereiro de 2020, de US$ 699,1 milhões, ficou 10,8% acima da média de fevereiro do ano passado (US$ 631,1 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com farmacêuticos (+39,8%), plásticos e obras (+15,8%), equipamentos mecânicos (+11,7%), combustíveis e lubrificantes (+7,0%), equipamentos eletroeletrônicos (+6,1%).

    Ante janeiro/2020, registrou-se queda de 4,9%, pela diminuição nas compras de aeronaves e peças (-41,7%), siderúrgicos (-11,5%), equipamentos mecânicos (-11,5%), equipamentos eletroeletrônicos (-7,7%), instrumentos de ótica e precisão (-7,0%).

    Ministério da Economia
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  4. Português, Brasil
    03 de Fevereiro de 2020

    Dados comparativos preliminares apontam que o superávit comercial brasileiro, acumulado nos últimos 12 meses, é um dos dez maiores do mundo

    O superávit acumulado na balança comercial brasileira nos últimos 12 meses, até janeiro de 2020, é de US$ 43,2 bilhões. As exportações no período totalizaram US$ 220,3 bilhões. As importações, US$ 177,1 bilhões. 

    Dados comparativos preliminares apontam que o superávit comercial brasileiro, acumulado nos últimos 12 meses, é um dos dez maiores do mundo, e o sétimo maior dentre as economias do G20, em que pese uma demanda externa mundial que segue em ritmo enfraquecido.

    Confira os dados completos da balança comercial

    O mês de janeiro de 2020 apresenta corrente de comércio de US$ 30,6 bilhões. Segundo os dados da balança comercial divulgados nesta segunda-feira (03/02) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia (Secex/ME), houve déficit comercial de US$ 1,7 bilhão no mês, causado, em grande medida, pela importação de plataforma de petróleo, no valor de US$ 2 bilhões.

    As exportações totais em janeiro de 2020, que totalizaram US$14,4 bilhões, apresentaram redução em relação a janeiro de 2019, já que houve retração em vendas de: plataformas de petróleo (-US$ 1,3 bilhão), petróleo bruto (-US$ 592 milhões), celulose (-US$ 445 milhões), milho (-US$ 270 milhões) e soja (-US$ 255 milhões).

    Nos últimos 12 meses, a corrente de comércio brasileira apresenta retração de 7,3%, resultante de fatores como: (1) ajustes estruturais no relacionamento comercial entre as maiores economias do mundo, com aumento da incerteza global e desdobramentos adversos no crescimento do PIB mundial e no comércio internacional. (2) No front doméstico, tem-se uma economia em processo de recuperação, com claros reflexos sobre os contornos da balança comercial do País. (3) Os desafios por que passa a economia da Argentina, principal destino das exportações brasileiras de manufaturados e terceiro maior parceiro comercial do Brasil. (4) Enfermidade que acometeu o rebanho suíno na China, principal destino de nossas exportações.

    No caso específico do mês de janeiro de 2020, segundo o subsecretário de Inteligência e Estatística de Comércio Exterior da Secex, Herlon Brandão, as vendas externas apresentaram redução motivada por uma base de comparação excessivamente alta com janeiro de 2019. No primeiro mês do ano passado, registraram-se grande operação de exportação de uma plataforma de petróleo e recorde histórico de exportação de celulose (no valor de US$ 1 bilhão). Além disso, a demanda externa desaquecida tem comprimido os preços internacionais das mercadorias e houve queda no volume embarcado de grãos motivado pelo atraso na colheita e maior demanda interna.

    Relativamente às importações, que totalizaram US$16,1 bilhões em janeiro, houve queda de 6,3% nos preços das mercadorias, reflexo do desaquecimento global. No entanto, o volume das compras externas se expandiu em 4,5%, mantendo tendência de crescimento já observada em 2019. Quanto às categorias econômicas, houve queda no valor da aquisição de bens intermediários, de 3,4%, e de combustíveis, de US$ 15,3%. Por outro lado, cresceram as compras de bens de capital, em 6,6%, e de bens de consumo, de 6,9%. O aumento das importações de bens de capital e bens de consumo refletem o processo de recuperação econômica ora em curso, puxado majoritariamente pelo aumento da demanda doméstica, com reflexos positivos sobre os volumes importados.

    O subsecretário também acrescenta que o déficit comercial do mês de janeiro foi pontual e não deverá ser uma tendência para o ano.

    Ministério da Economia
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  5. Português, Brasil
    30 de Janeiro de 2020

    Documentos disciplinam procedimentos e esclarecem dúvidas sobre trâmites e critérios na avaliação de interesse público

    A Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia (Secex/ME) publicou, nesta quinta-feira (30/1), a Portaria Secex nº 13/2020, que disciplina os procedimentos administrativos de avaliação de interesse público em defesa comercial. Também foi disponibilizada a versão final e consolidada do Guia de Interesse Público em Defesa Comercial.

    O novo ato normativo visa a esclarecer dúvidas apresentadas pela sociedade civil, durante consultas públicas realizadas em 2019, além de regulamentar pontos que não estavam previstos na Portaria nº 08/2019, que estava em vigor até esta quinta. “É importante destacar que a nova portaria continua tendo como objetivo garantir a convergência necessária dos prazos processuais das avaliações de interesse público com as investigações de defesa comercial, ambas conduzidas pela Subsecretaria de Defesa Comercial e Interesse Público (SDCOM) da Secex”, explica o secretário de Comércio Exterior, Lucas Ferraz.

    A versão final do Guia, por sua vez, conta com a atualização e a consolidação, em um único documento, dos Guias Processual e Material de Interesse Público em Defesa Comercial, publicados em abril de 2019. O objetivo do Guia Consolidado é esclarecer o trâmite processual e os critérios materiais a serem observados em uma avaliação de interesse público, bem como sanar dúvidas e incorporar sugestões trazidas pela sociedade civil ao longo da consulta pública.

    Seções do Guia

    O Guia Consolidado está dividido em seis seções, incluindo a Introdução. Na seção 2, foram realizadas atualizações a respeito da experiência internacional sobre o uso do interesse público em defesa comercial, sobretudo na União Europeia, Canadá e Nova Zelândia.

    Na seção 3, além de uma retrospectiva da legislação pertinente e dos fundamentos utilizados pelos entes públicos brasileiros na avaliação de interesse público, foram realizadas atualizações na parte de precedentes, com a apresentação de uma seção consolidada dos dados de processos e de decisões de interesse público no Brasil. Já na seção 4, é apresentada a versão final do Guia Processual, com base na nova Portaria Secex nº 13/2020.

    A seção 5 traz a versão final do Guia Material, com critérios que podem ser levados em conta no processo de tomada de decisão pela existência ou não de elementos de interesse público.

    “Os critérios materiais presentes no Guia publicado em abril de 2019 permanecem, em sua essência, muito semelhantes, mas foram reorganizados de forma a promover maior eficiência e eficácia na apresentação dos dados pelas partes interessadas e também na análise das informações e documentos pela SDCOM”, destaca Lucas Ferraz.

    Por fim, na seção 6, é apresentado um novo modelo de Questionário de Interesse Público em Defesa Comercial.

    A nova Portaria Secex nº 13/2020 e o Guia Consolidado de Interesse Público em Defesa Comercial estão disponíveis no site do Ministério da Economia no link: http://www.mdic.gov.br/index.php/comercio-exterior/defesa-comercial/306-interesse-publico/3887-guias-sobre-interesse-publico

    Ministério da Economia
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  6. Português, Brasil
    27 de Janeiro de 2020

    No mês, o valor da corrente de comércio soma US$ 22,437 bilhões

    Na quarta semana de janeiro deste ano, a balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 561 milhões e corrente de comércio de US$ 5,693 bilhões, como resultado de exportações no valor de US$ 2,566 bilhões e importações de US$ 3,127 bilhões. Os dados divulgados nesta segunda-feira (27/01), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia também mostram que, no mês, as exportações somam US$ 11,397 bilhões e as importações, US$ 11,041 bilhões, com saldo positivo de US$ 356 milhões e corrente de comércio de US$ 22,437 bilhões.

    Análise da semana

    A média das exportações da quarta semana chegou a US$ 513,2 milhões, 30,3% abaixo da média de US$ 735,9 milhões até a terceira semana. A redução se deve à queda nas exportações das três categorias de produtos: básicos (-37,5%), de US$ 371,5 milhões para US$ 232,0 milhões, em razão de petróleo em bruto, minério de ferro, algodão em bruto, carnes bovina, suína e de frango, soja em grãos; manufaturados (-23,5%), de US$ 252,6 milhões para US$ 193,2 milhões, em razão, principalmente, de aviões, álcoois acíclicos e seus derivados halogenados, óleos combustíveis, máquinas e aparelhos para terraplanagem, gasolina; e produtos semimanufaturados (-21,3%), de US$ 111,8 milhões para US$ 87,9 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, açúcar em bruto, ferro fundido, celulose, couros e peles.

    Veja os dados completos da balança  comercial

    Do lado das importações, houve queda de 5,2%, sobre igual período comparativo – média da quarta semana, US$ 625,4 milhões, sobre a média até a terceira semana, US$ 659,5 milhões. O recuo é explicado, principalmente, pela diminuição nos gastos com equipamentos mecânicos, químicos orgânicos e inorgânicos, cobre e suas obras, veículos automóveis e partes, equipamentos eletroeletrônicos.

    Análise do mês

    Nas exportações, comparadas as médias até a quarta semana de janeiro de 2020 (US$ 670,4 milhões) com a de novembro de 2019 (US$ 822,0 milhões), houve queda de 18,4%, em razão da diminuição nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (-26,5%), de US$ 320,1 milhões para US$ 235,1 milhões; semimanufaturados (-20,3%), de US$ 131,4 milhões para US$ 104,7 milhões; e básicos (-10,8%), de US$ 370,5 milhões para US$ 330,5 milhões.

    Em relação a dezembro de 2019, houve retração de 22,5%, devido à queda nas vendas de produtos básicos (-30,9%), de US$ 478,6 milhões para US$ 330,5 milhões; e manufaturados (-18,2%), de US$ 287,5 milhões para US$ 235,1 milhões. Por outro lado, cresceram as exportações de produtos semimanufaturados (+6,3%), de US$ 98,5 milhões para US$ 104,7 milhões.

    Nas importações, a média diária até a quarta semana de janeiro de 2020, de US$ 649,5 milhões, ficou 12,8% abaixo da média de janeiro do ano passado (US$ 744,9 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente com aeronaves e peças (-41,1%), adubos e fertilizantes (-31,3%), combustíveis e lubrificantes (-12,7%), veículos automóveis e partes (-11,9%), químicos orgânicos e inorgânicos (-7,4%). Em relação a dezembro de 2019, houve crescimento de 8,6%, pelos aumentos em farmacêuticos (+34,2%), siderúrgicos (+29,3%), equipamentos eletroeletrônicos (+28,3%), plásticos e obras (+19,9%) e equipamentos mecânicos (+14,8%).

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  7. Português, Brasil
    20 de Janeiro de 2020

    A balança registrou déficit de US$ 816 milhões no período, com importações superando as exportações; no mês, há superávit de US$ 934 milhões

    A balança comercial brasileira registrou US$ 5,864 bilhões de exportações e importações, na terceira semana do mês de janeiro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (20/01) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. O resultado foi gerado pela soma das exportações, no valor de US$ 2,524 bilhões, e importações, que chegaram a US$ 3,340 bilhões, com déficit de US$ 816 milhões no período. No acumulado do mês, a corrente de comércio alcançou US$ 16,760 bilhões, soma de US$ 8,847 bilhões em exportações e US$ 7,913 bilhões de importações, gerando saldo positivo de US$ 934 milhões.

    Veja os dados completos da balança comercial

    A média das exportações da terceira semana chegou a US$ 504,8 milhões, 44,1% abaixo da média de US$ 903,3 milhões até a segunda semana, em razão da diminuição nas vendas das três categorias de produtos. Os semimanufaturados baixaram 49,1%, de US$ 141,5 milhões para US$ 72 milhões, puxados por semimanufaturados de ferro ou aço, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, couros e peles, e ferro-liga.

    Nos básicos, a redução foi de 43,3%, de US$ 453,7 milhões para US$ 257,3 milhões, por conta de minério de ferro, petróleo em bruto, algodão em bruto, carnes bovina, suína e de frango, minério de cobre. Já nos manufaturados, o recuo foi de 43%, de US$ 308,1 milhões para US$ 175,5 milhões, em razão, principalmente, de aviões, álcoois acíclicos e seus derivados halogenados, óleos combustíveis, máquinas e aparelhos para terraplanagem, óxidos e hidróxidos de alumínio.

    Do lado das importações, houve crescimento de 2,2% na mesma comparação – média da terceira semana, de US$ 668 milhões, sobre a média até a segunda semana, de US$ 653,4 milhões. A alta se deve, principalmente, ao aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, farmacêuticos, cobre e suas obras, bebidas e álcool, além de siderúrgicos.

    Análise do mês

    Nas exportações, comparadas as médias até a terceira semana de janeiro de 2020 (US$ 737,3 milhões) com a de janeiro de 2019 (US$ 822,0 milhões), houve queda de 10,3%, em razão das diminuições de 21% nas vendas de produtos manufaturados, de US$ 320,1 milhões para US$ 252,8 milhões – por conta de plataforma para extração de petróleo, partes de motores e turbinas para aviação, laminados planos de ferro ou aço, automóveis de passageiros, motores e turbinas para aviação –, e de 14,3% em semimanufaturados, de US$ 131,4 milhões para US$ 112,5 milhões – por conta de celulose, semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, ferro fundido, alumínio em bruto.

    Por outro lado, cresceram as vendas de produtos básicos (+0,4%), de US$ 370,5 milhões para US$ 371,9 milhões, por conta, principalmente, de algodão em bruto, carnes bovina, suína e de frango, minério de ferro e petróleo em bruto.

    Relativamente a dezembro do ano passado, houve diminuição de 14,7% nas exportações, em virtude da retração em produtos básicos (-22,3%), de US$ 478,6 milhões para US$ 371,9 milhões, e manufaturados (-12%), de US$ 287,5 milhões para US$ 252,8 milhões. No entanto, cresceram as exportações de produtos semimanufaturados (+14,2%), de US$ 98,5 milhões para US$ 112,5 milhões.

    Importações no mês

    Nas importações, a média diária até a terceira semana de janeiro de 2020 (US$ 659,4 milhões), ficou 11,5% abaixo da média de janeiro de 2019 (US$ 744,9 milhões). Nesse comparativo, diminuíram os gastos, principalmente, com aeronaves e peças (-34,6%), adubos e fertilizantes (-31,4%), combustíveis e lubrificantes (-17,9%), cereais e produtos da indústria da moagem (-16,3%), veículos automóveis e partes (-7,6%).

    Na comparação com dezembro de 2019, houve crescimento de 10,3%, pelos aumentos em farmacêuticos (+41,4%), equipamentos eletroeletrônicos (+30,6%), plásticos e obras (+25,5%), equipamentos mecânicos (+23,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (+13,2%).

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  8. Português, Brasil
    13 de Janeiro de 2020

    No mês, a corrente de comércio soma US$ 10,923 bilhões

    A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 14 milhões e corrente de comércio de US$ 6,902 bilhões, na segunda semana de janeiro de 2020, como resultado de exportações no valor de US$ 3,458 bilhões e importações de US$ 3,444 bilhões. Os dados divulgados hoje (13/01) são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. No mês as exportações somam US$ 6,351 bilhões e as importações, US$ 4,573 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,778 bilhão e corrente de comércio de US$ 10,923 bilhões.

    Confira os dados completos da balança comercial

    Análise do mês

    Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de janeiro de 2020 (US$ 907,2 milhões) com a de janeiro de 2019 (US$ 822,0 milhões), houve crescimento de 10,4%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (+23,0%), de US$ 370,5 milhões para US$ 455,6 milhões e de semimanufaturados (+8,5%), de US$ 131,4 milhões para US$ 142,5 milhões. Por outro lado, caíram as vendas de produtos manufaturados (-3,4%), de US$ 320,1 milhões para US$ 309,2 milhões.

    Em relação a dezembro de 2019, houve aumento de 4,9%, devido à expansão nas vendas de produtos semimanufaturados (+44,6%), de US$ 98,5 milhões para US$ 142,5 milhões e manufaturados (+7,6%), de US$ 287,5 milhões para US$ 309,2 milhões. Já as vendas de produtos básicos diminuíram (-4,8%), de US$ 478,6 milhões para US$ 455,6 milhões.

    Nas importações, a média diária até a segunda semana de janeiro de 2020, de US$ 653,2 milhões, ficou 12,3% abaixo da média de janeiro do ano passado (US$ 744,9 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-35,6%), adubos e fertilizantes (-28,5%), aeronaves e peças (-16,6%), cereais e produtos da indústria da moagem (-14,0%) e farmacêuticos (-5,5%). Em relação a dezembro de 2019, houve crescimento de 9,3%, pelos aumentos nas compras de plástico e obras (+38,5%), equipamentos eletroeletrônicos (+32,3%), siderúrgicos (+29,7%), equipamentos mecânicos (+28,7%) e químicos orgânicos e inorgânicos (+23,3%)

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  9. Português, Brasil
    02 de Janeiro de 2020

    Balança comercial fecha 2019 com superávit de US$ 46,674 bilhões, com impactos da conjuntura externa, como a guerra comercial, as crises da Argentina e a febre suína na China

    A balança comercial brasileira fechou 2019 com uma corrente de comércio de US$ 401,363 bilhões e superávit de US$ 46,674 bilhões. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (2/1) pela Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia (Secint/ME), em Brasília.

    Na corrente de comércio, houve recuo de 5,7% sobre os US$ 420,495 bilhões do ano anterior, enquanto o saldo comercial diminuiu 20,5%, pela média diária, em relação ao de 2018, quando ficou em US$ 58,033 bilhões.
    No acumulado de 2019, as exportações brasileiras chegaram a US$ 224,018 bilhões, 7,5% abaixo de 2018, quando totalizaram US$ 239,264 bilhões. As importações em 2019 somaram US$ 177,344 bilhões, com uma diminuição de 3,3% sobre os US$ 181,231 bilhões de 2018.

    Acesse os dados completos da balança comercial de 2019

    Conjuntura em 2019

    Segundo o secretário de Comércio Exterior da Secint, Lucas Ferraz, o desempenho da balança comercial brasileira em 2019 refletiu aspectos adversos da conjuntura internacional, como o menor crescimento do PIB mundial – de 3,5% em 2018 para 3% no ano passado – e do comércio mundial – de 3,7% para 1,2%. “O crescimento do comércio global em 2019 é o menor em uma década, desde 2009”, salientou.

    Além disso, o Brasil sentiu diretamente os impactos do aprofundamento da crise argentina, que afetou as exportações de manufaturados, principalmente automóveis e autopeças, com redução de US$ 5,2 bilhões. Outro problema foi a crise da febre suína na China, que teve impacto negativo de US$ 6,7 bilhões sobre as exportações de soja, “nem de longe compensado pelo aumento das exportações de carne”.

    Sem esses dois fatores, o volume das exportações brasileiras sairia de uma redução de 0,3% para uma alta de 2% em 2019, superando o crescimento médio mundial, de 1,2%. “Quando medimos o comércio em volume embarcado por toneladas e neutralizamos os choques de curto prazo, vemos que estamos crescendo 67% acima do desempenho mundial”, demonstrou Ferraz.

    Ele destacou também que o foco central da agenda de comércio do governo não passa pela obtenção de saldos comerciais. “É importante ter em mente que agenda de comércio internacional do governo pretende ser uma dimensão a mais, um alicerce a mais, no que é entendido como necessário para o crescimento a longo prazo da economia brasileira e que está estagnado há 40 anos. Essa variável se chama produtividade”, frisou.

    “O nosso objetivo fundamental é aumentar o grau de integração da economia brasileira e, com isso, contribuir para o aumento da nossa produtividade, para o crescimento de longo prazo e para a geração de emprego e renda”, explicou.

    O principal, segundo Ferraz, é o aumento da corrente de comércio – soma das exportações e importações – sobre o Produto Interno Bruto (PIB). Hoje, esse número gira ao redor de 24%, muito aquém do que se esperaria para uma economia com as dimensões da brasileira. “Essa é a nossa métrica, a métrica da integração”, afirmou.

    Destaques das exportações de 2019

    As exportações apresentaram diminuição nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (-11,1%), para US$ 77,452 bilhões; semimanufaturados (-8%), para US$ 28,378 bilhões; e básicos (-2%), para US$ 118,180 bilhões. Nos manufaturados, além da retração em plataforma para extração de petróleo (-51,4%), destaca-se a diminuição das vendas de veículos de carga (-35,3%), automóveis de passageiros (-27,5%), laminados planos de ferro/aço (-22,8%), autopeças (-18,8%) e polímeros plásticos (-14,1%).

    Já nos semimanufaturados, as maiores quedas ocorreram nas vendas de óleo de soja em bruto (-36,9%), couros e peles (-21,3%), semimanufaturados de ferro/aço (-17,9%), açúcar em bruto (-17,1%), celulose (-10,3%) e madeira serrada ou fendida (-10,2%). Nos produtos básicos, houve diminuição da receita de soja em grãos (-21,3%), minério de cobre (-15,7%), farelo de soja (-12,9%) e petróleo em bruto (-7,1%).

    Destinos

    Os principais países de destino das exportações brasileiras em 2019 foram China, Hong Kong e Macau (US$ 65,389 bilhões); Estados Unidos (US$ 29,556 bilhões); Países Baixos (US$ 10,100 bilhões); Argentina (US$ 9,714 bilhões); e Japão (US$ 5,410 bilhões). Por mercados compradores, cresceram as vendas para Oceania (+12,8%), Oriente Médio (+9,1%) e Estados Unidos (+1,8%).

    A crise argentina impactou as vendas para o Mercosul, que caíram 30,6%, sendo que para a Argentina a redução foi de 35,6%, por conta de automóveis de passageiros, veículos de carga, autopeças, tratores, minério de ferro, laminados planos de ferro/aço, soja em grãos e óleos combustíveis.

    Para a América Central e Caribe (-20,1%), União Europeia (-16,4%), África (-8,1%) e Ásia (-1,8%) também houve retração nas vendas. Só para China, Hong Kong e Macau a redução foi de 3,1%, para US$ 65,4 bilhões, por conta de soja em grãos, celulose, couros e peles, aviões, hidrocarbonetos e derivados halogenados, bombas, compressores e partes, farelo de soja e minério de alumínio.

    Destaques das importações de 2019

    No acumulado de janeiro a dezembro de 2019, quando comparado com igual período anterior, houve queda nas importações de bens de capital (-12,8%), bens de consumo (-4,5%) e combustíveis e lubrificantes (-7,3%). Por outro lado, cresceram as compras de bens intermediários (+0,4%).

    Por mercados fornecedores, houve redução nas compras de América Central e Caribe (-33,3%), África (-16,6%), Oceania (-14,8%), União Europeia (-5,2%), Mercosul (-4,1%), Oriente Médio (-3%) e Ásia (-1,4%). Por outro lado, aumentaram as importações originárias dos Estados Unidos (+2,6%).

    Os principais países de origem das importações foram China, Hong Kong e Macau (US$ 35,881 bilhões), Estados Unidos (US$ 30,086 bilhões), Argentina (US$ 10,552 bilhões), Alemanha (US$ 10,281 bilhões) e Coreia do Sul (US$ 4,706 bilhões).

    Destaques de dezembro

    Considerando apenas o mês de dezembro, as exportações chegaram a US$ 18,155 bilhões, uma retração de 10,6% em relação a dezembro de 2018, e de 1,7% na comparação com novembro de 2019. Já as importações totalizaram US$ 12,555 bilhões, uma diminuição de 7,4% sobre igual período do ano anterior e de 15,6% sobre novembro de 2019.

    No período, a corrente de comércio alcançou valor de US$ 30,710 bilhões, apresentando uma queda de 9,3% sobre dezembro de 2018, enquanto o saldo comercial do mês apresentou superávit de US$ 5,599 bilhões, valor 17,0% inferior, pela média diária, ao alcançado em igual período de 2018, de US$ 6,428 bilhões.

    No mês, as exportações por fator agregado alcançaram os seguintes valores: básicos (US$ 10,050 bilhões), manufaturados (US$ 6,037 bilhões) e semimanufaturados (US$ 2,069 bilhões). Sobre o ano anterior, diminuíram as exportações de produtos semimanufaturados (-25,0%), manufaturados (-17,7%) e básicos (-1,7%).

    Já nas importações, em dezembro, houve redução em combustíveis e lubrificantes (-27,6%), bens intermediários (-7,4%) e bens de capital (-1,7%), enquanto cresceram as importações de bens de consumo (+12,1%).

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    16 de Dezembro de 2019

    Corrente de comércio foi de US$ 7,426 bilhões no período; no acumulado de dezembro, saldo positivo é de US$ 2,253 bilhões e, no ano, alcança US$ 43,327 bilhões

    A balança comercial registrou superávit de US$ 649 milhões e corrente de comércio de US$ 7,426 bilhões, na segunda semana de dezembro de 2019, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, divulgados, nesta segunda-feira (16/12). O saldo foi resultado de exportações no valor de US$ 4,037 bilhões e importações de US$ 3,389 bilhões.

    No mês, as exportações somam US$ 9,068 bilhões e as importações, US$ 6,816 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,253 bilhões e corrente de comércio de US$ 15,884 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 214,932 bilhões e as importações, US$ 171,605 bilhões, com saldo positivo de US$ 43,327 bilhões e corrente de comércio de US$ 386,536 bilhões.

    Confira os dados completos da balança comercial

    A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 807,5 milhões, 19,7% abaixo da média de US$ 1,006 bilhão da primeira semana, em razão da queda nas exportações das três categorias de produtos: semimanufaturados (-50,4%), de US$ 128,2 milhões para US$ 63,6 milhões, por conta de celulose, ferro-ligas, semimanufaturados de ferro/aço, açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas; manufaturados (-23,1%), de US$ 332,5 milhões para US$ 255,7 milhões, em razão de óleos combustíveis, aviões, automóveis de passageiros, gasolina, suco de laranja não congelado; e básicos (-10,5%), de US$ 545,5 milhões para US$ 488,1 milhões, por conta de petróleo em bruto, milho em grão, farelo de soja, algodão em bruto, carnes bovina e de frango.

    Do lado das importações, houve diminuição de 1,1% sobre igual período comparativo – média da segunda semana, de US$ 677,7 milhões, sobre a média da primeira semana, de US$ 685,4 milhões. A queda é explicada, principalmente, pela redução nos gastos com equipamentos eletroeletrônicos, químicos orgânicos e inorgânicos, aeronaves e peças, filamentos e fibras sintéticas e artificiais, siderúrgicos.

    Exportações do mês

    Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de dezembro deste ano (US$ 906,8 milhões) com a de dezembro de 2018 (US$ 967,3 milhões), houve queda de 6,2%, em razão da diminuição nas vendas de produtos semimanufaturados (-26,9%), de US$ 131,3 milhões para US$ 95,9 milhões, por conta de celulose, semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, ferro fundido, açúcar em bruto, e manufaturados (-15,8%), de US$ 349,2 milhões para US$ 294,1 milhões, por conta de aviões, partes de motores e turbinas para aviação, polímeros plásticos, laminados planos de ferro/aço, motores para veículos automóveis e suas partes.

    Por outro lado, cresceram as vendas de produtos básicos (+6,2%), de US$ 486,7 milhões para US$ 516,8 milhões, por conta de petróleo em bruto, milho em grão, carnes bovina, suína e de frango, algodão em bruto.
    Relativamente a novembro de 2019, houve crescimento de 3,1%, em virtude da expansão nas vendas de produtos básicos (+14,9%), de US$ 449,6 milhões para US$ 516,8 milhões, enquanto diminuíram as vendas de produtos semimanufaturados (-17,8%), de US$ 116,6 milhões para US$ 95,9 milhões, e manufaturados (-6,2%), de US$ 313,6 milhões para US$ 294,1 milhões.

    Importações

    Nas importações, a média diária até a segunda semana de dezembro de 2019, de US$ 681,6 milhões, ficou 5,5% acima da média de dezembro do ano passado (US$ 645,8 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com plásticos e obras (+35,4%), equipamentos eletroeletrônicos (+31,8%), veículos automóveis e partes (+30%), equipamentos mecânicos (+27,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (+18,1%).
    Ante novembro de 2019, houve queda de 3,8% nas importações, pela diminuição em aeronaves e peças (-42,1%), combustíveis e lubrificantes (-32,9%), adubos e fertilizantes (-29,7%), cobre e suas obras (-27,5%), e farmacêuticos (-11,8%).
     

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